Argumentar-se que educar, mais do que nunca, depende da capacidade de fazer o aluno sonhar, e que essa capacidade e o ato criativo estão fortemente imbricados. Aponta-se um caminho possível para implementação dessa tese através de uma pedagogia bachelardiana.
Além disso, enfatiza-se que, na sociedade pós-moderna, a inserção social, e mesmo a sobrevivência, residem, fundamentalmente, na criatividade.
Defende-se a idéia de que a compreensão desses pontos é indispensável para se começar a construir a Escola do futuro.

Um comentário:
Realmente a vida ganha + quando a gente sonha. E a educação é a margem do começo.
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